O preparo pode variar ligeiramente entre os laboratórios. Geralmente:
– Não é necessário jejum para a maioria dos laboratórios, mas alguns podem solicitar jejum de 4 horas ou até 8 horas. É recomendável verificar a orientação específica do laboratório onde o exame será realizado.
– Não é necessário suspender o uso de suplementos de vitamina D antes da coleta, a menos que haja uma orientação médica específica para tal, visando avaliar os níveis basais ou a resposta a uma dose terapêutica.
O exame de Vitamina D é realizado para medir os níveis de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) no sangue, que é a forma mais precisa para avaliar o status corporal da vitamina D. Serve para:
– Diagnosticar deficiência ou toxicidade (excesso) de vitamina D.
– Monitorar o tratamento de deficiências de vitamina D.
– Auxiliar na investigação de causas de raquitismo em crianças e osteomalácia em adultos.
– Avaliar pacientes com osteoporose ou outras doenças ósseas.
– Investigar distúrbios do metabolismo do cálcio e fósforo, incluindo hipocalcemia ou hipercalcemia.
– Monitorar pacientes com doenças que afetam a absorção de gorduras (como doença celíaca, doença de Crohn, fibrose cística) ou condições que alteram o metabolismo da vitamina D (como doenças renais e hepáticas).
Outros nomes: 25-Hidroxivitamina D, 25(OH)D, Calcidiol, Colecalciferol (25-OH), Vitamina D total, 25-OH-D3.
O exame é realizado através da coleta de uma amostra de sangue venoso, geralmente de uma veia do braço. Após a coleta, a amostra é enviada ao laboratório para análise dos níveis de 25-hidroxivitamina D (25(OH)D) utilizando métodos imunométricos ou cromatográficos.
A vitamina D é um nutriente lipossolúvel essencial para a saúde óssea, pois auxilia na absorção de cálcio e fósforo no intestino. Além disso, desempenha um papel importante na função imunológica, regulação do humor, saúde cardiovascular e controle glicêmico. A principal fonte de vitamina D é a exposição da pele à luz solar (raios UVB), mas também pode ser obtida através de alimentos (peixes gordurosos, gema de ovo, alimentos fortificados) e suplementos. A deficiência de vitamina D é comum e pode levar a problemas ósseos e outros riscos à saúde. A toxicidade (excesso) é rara, geralmente associada à ingestão excessiva de suplementos e pode causar hipercalcemia.